No repente, do nada, morre lentamente,
Nos grilhões do peito assassino, a utopia,
A dor lancinante e extensa, não esfria,
Só não sei, se doí mais, dentro da gente,
Quando morre a flor, a folha e a semente,
Ou saber da falta que fará algum dia...
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domingo, 8 de setembro de 2013
terça-feira, 17 de maio de 2011
Quem sou eu?
Não sei,
Tentei me achar no contrato,
De duração desconhecida,
Que assinei com o criador,
E ainda, nem sei bem quem é,
Mas não tinha nada especificado,
Fiquei um tanto mortificado,
Com essas novas descobertas,
Pois só tinham letras encobertas,
Nas notas de Rodapé...
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Vias urbanas

Dentro de um ônibus lotado,
Vejo a moça na parada,
Não sei se invejo ela pela longa espera,
Ou ela que inveja a mim, dentro dessa lata apertada.
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